Do conforto da sala de estar para a escuridão de uma tumba!
Uma coisa não se pode negar: os Sims têm dado verdadeiros saltos em suas vidas digitais através dos anos e dos novos episódios e expansões lançados pela EA. De prosaicos sujeitos ocupados unicamente com as contingências da vida cotidiana, passaram “baladeiros”, comerciantes, viajantes ocasionais e até ganharam bichos de estimação para compartilhar suas alegrias e frustrações.
Mas, se antes eles podiam desbravar até pouco mais que a soleira de suas portas, hoje um novo mundo se descortina, conforme The Sims 3 oferece de bandeja toda uma cidade repleta de opções de socializações. Afinal, o que mais falta? Ganhar o mundo, é claro!
Que tal quebrar um pouco... a rotina?E essa é justamente a ideia de The Sims 3 Volta ao Mundo (World Adventure, no original): lançar os seus Sims de mala e cuia para outros países para experimentar outras culturas, outras estéticas e — por que não? — outras possibilidades de tirar alguns trocados, sem necessariamente ter que bajular algum chefe ou ficar enfornado em um escritório.
Bem, mas, afinal de contas, isso já apareceu em The Sims 2: Bon Voyage, não? É claro. Mas aí surge a segunda proposta da série — possivelmente a mais extravagante até o momento. Você aqui não será necessariamente um turista que apenas bate fotos e estoura a conta bancária no exterior, mas sim um pretenso cover de Indiana Jones, lançando-se através de tumbas, sítios arqueológicos e ruínas para encontrar todo tipo de relíquia, desde um vaso antigo até uma... maçã fossilizada!
São três destinos possíveis, cada qual tão estereotipado quanto você poderia esperar de uma representação de The Sims. Na China, você poderá aprender artes marciais, praticar meditação e ver como, afinal, o seu Sim fica trajando um quimono.
O Egito é talvez o país que mais corresponde à ideia central da expansão: trata-se aqui de todo o mistério retratado em anos de cinema “B”; um legado de alguns dos mais “idiossincráticos” filmes de múmia lançados até hoje. E, por fim, vem o clima idílico, tradicionalmente melancólico e blasé de uma típica cidade do interior da França, com seus cafés, livrarias e museus tão característicos.

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